Os dados de saúde — inclusive os produzidos no atendimento psicológico — estão entre os mais sensíveis. Por isso, proteger essas informações faz parte de uma prática responsável. A LGPD traz princípios e requisitos que orientam como tratar dados pessoais.
Reconheça os dados sensíveis
Prontuários, anotações de sessão e informações de contato dos pacientes são dados pessoais, e muitos deles sensíveis. Trate-os com cuidado redobrado, desde o registro até o armazenamento.
Restrinja o acesso
Nem todo mundo precisa ver tudo. Limite o acesso às informações do prontuário ao profissional responsável e à equipe autorizada, com permissões por função. Em um consultório com mais de um profissional, esse controle evita exposições desnecessárias.
- Acesso restrito ao consultório
- Permissões por função
- Comunicação protegida (HTTPS)
- Possibilidade de excluir dados
Armazene com segurança
Evite guardar informações sensíveis em locais sem controle, como cadernos soltos ou arquivos em computadores compartilhados. Um prontuário psicológico digital com acesso protegido organiza os registros e reduz riscos.
Cuide do descarte de informações
Quando um paciente encerra o acompanhamento, é importante saber o que fazer com os registros. Ter clareza sobre guarda e descarte — respeitando as orientações aplicáveis à sua prática — faz parte de uma política de dados responsável.
Ferramentas que ajudam
Escolher um sistema para psicólogos que trate proteção de dados com seriedade simplifica boa parte desse cuidado. Isolamento por consultório, controle de permissões e comunicação protegida deixam a rotina mais segura.
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica específica sobre a sua situação.
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